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Coisa #22 que aprendi antes dos 30

12.12.13



Pronto, eu admito: adoro uma boa fofoca. Desde saber que a minha colega de trabalho vem com nódoas negras nas coxas porque teve uma noite escaldante (afinal, aqueles hematomas da Bárbara Guimarães podem não ser por ela ter caído na quinta de Viseu por estar embriagada, como afirma o Carrilho, pode ser apenas sexo selvagem!) até descobrir que a primeira escolha para protagonizar o Indiana Jones foi o Tom Selleck. Enfim, estas coisinhas deixam-me contente, dando-me aquela deliciosa ilusão que tenho em mim respostas para todas as questões do mundo. 
As fofocas são importantes nas dinâmicas de grupo, aproximam as pessoas, ajudam a desenvolver a cumplicidade e, claro, assegura muitos "Oh!" e muitos "Ah ah ah!". 
Se nos mantivermos fiéis a estas duas simples regras:
1 - não revelar segredos íntimos do outro
2 - falar directamente com a pessoa que nos incomoda ou nos magoa não me parece que da fofoca venha grande mal ao mundo. É saudável, não engorda e calha-nos a todos sermos protagonistas ou autores da mesma. Ser-se um tanso moralista é 10 vezes pior.

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