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Coisa #20 que aprendi antes dos 30

12.12.13


Se não se tratassem de objectos inanimados, os produtos de maquilhagem (e o hábito da maquilhagem em si) estariam em depressão profunda. Sim, há muita gente que não passa sem eles, mas já viram o que eles sofrem com os estigmas que lhes são associados (vaidade, futilidade, superficialidade, falsidade e tantas outras palavras terminadas em -ade que nunca auguram nada de bom)?! Até são protagonistas daquelas piadas tolas em que o menino pergunta à tia «Ó tia, porque é que usa maquilhagem?» e ela responde «Ora Joãozinho, para ficar mais bonita.» e o puto lança-lhe um «Ó... e porque é que não fica???».

A verdade é estes 29 anos de vida ensinaram-me que enfrentar uma vida com boa maquilhagem é bem melhor do que fazê-lo de cara lavada. Um bom batom dá-nos a confiança para falar com mais eloquência, um bom rímel permite-nos ter um olhar diferente sobre a rua por onde passamos todos os dias e um bom blush dá-nos um tom saudável mesmo naqueles dias em que a cor do nosso rosto se confunde com a parede branca pálida lá de casa. 

E olhem, quanto mais não seja, porque se não conseguimos transformar um coração partido ou um estado de espírito triste, pelo menos sabemos que não é o nosso rosto a denunciar o cinzento que vai cá dentro.

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