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The awe

25.7.11




Foram as palavras mais bonitas que por aí se escreveram sobre a Amy Winehouse. O autor foi o Russell Brand (aquele tipo cabeludo que tem ar de louco, mas que será provavelmente um dos seres mais inteligentes do show business da actualidade por razões que mencionarei noutra ocasião). Leiam o bonito texto que o rapaz escreveu no seu blogue pessoal.

A minha opinião? 
Para além de ter a minha idade e de ser muito estranho ler o intervalo temporal 1983 - 2011, não há muitos músicos hoje em dia como ela. Tenho pena que nos tenha deixado numa altura de decadência, um pouco semelhante à ocasião da morte do Michael Jackson. Que não tenha tido um período de ascensão das cinzas e a recuperação da sua imagem e de fama.
Fala-se muito do Clube 27, em que Joplin, Cobain, Hendrix e Morrison faleceram todos em situações extremas. Mas havia uma diferença: todos eles estavam no auge da carreira e a Amy não. 
Tive o privilégio de a ver ao vivo em 2007, numa altura em que a Amy não tinha atingido o período decadente no qual se enterrou nos últimos 4 anos. Vi-a em Milão, onde cantou para cacete, ainda que estivesse acompanhada por um copo de whisky. Mas aí era ainda só excêntrica, não era a presença embaraçosa na qual se tornou.
Não tenho dúvidas da sua genialidade e os seus dois álbuns, que conheço como a palma da mão, são pérolas de música e de talento.


Awe 
(fonte: Infopédia)
      
profundo respeito; reverência;
to stand in awe of    sentir um profundo respeito por;
in/with awe com imenso respeito





1 comentário:

  1. eu nunca fui grande fã, gosto de 2 ou 3 músicas dela. mas não consigo chamar génio a uma pessoa que tinha tudo para ser feliz e tudo desperdiçou por causa da droga. o Brand diz aí no texto que a adicção é uma doença, mas ninguém acorda de um dia para o outro viciado. acho que qualquer pessoa que hoje em dia comece a consumir droga tem plena consciência das consequências que daí podem vir. foi a escolha dela.

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