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Adebayor, és um bocado tanso

11.3.11

Nota Introdutória: 
Informaram-me no meio de um bar barulhento na sexta-feira à noite que o Real Madrid é o clube dos skinheads. Que existe até mesmo uma sub-claque composta exclusivamente por senhores de cabeça rapada e cruz suástica tatuada. Por isso é que o Adebayor cortou o rasta. E se pudesse ter mudado de cor também o fazia. Continuo a achar que é um vendido.


Nota Linguística:
Recuso-me a dizer as rastas.


Já sabia que o Sapo faz mau jornalismo. Não só abusa dos erros ortográficos, como neste caso já cá mencionado, como parece que em falta de notícias decentes, toca a fazer artigos parvos para encher chouriços.
Tal não é o meu espanto quando ao ler uma notícia sobre a transferência do grande Adebayor (grande também literalmente, pois este avançado mede 1,94 m) para o Real Madrid, vejo que o título do artigo nem sequer foi o valor de transferência, mas sim a mudança de visual que decidiu fazer. No artigo com o título idiota "Não me via a triunfar aqui com rastas", o rapaz refere que cortou o rasta:

Mas então e o Gullit que jogou no A.C. Milan, meu grande cromo? E o Davids que jogou no Barcelona? Eles não triunfaram na mesma apesar dos cabelos com rasta?
Olha, deveria acontecer-te como aconteceu ao Sansão: ficares sem talento só por teres cortado o rasta. Isso é que era bem feito. Sou a favor de mudanças, sim, mas desde que nos mantenhamos fiéis a nós próprios.
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